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Custo do transporte rodoviário de cargas: veículo, diesel e retorno vazio

Custos do transporte de cargas em dez categorias: depreciação e diesel dominam, e sem o retorno vazio a viagem fica sistematicamente barata demais.

Atualizado

A unidade pode ser a viagem, a tonelada-quilômetro ou o pallet; o importante é levar as dez categorias para a mesma.

Sequência da viagem

  1. Programação e carregamento
  2. Ida
  3. Descarga e espera
  4. Retorno (carregado ou vazio)
  5. Revisão e manutenção

O que mais se esquece: o retorno vazio

Calculando só a ida, somem o diesel, o salário do motorista e o desgaste da volta. Sem carga de retorno, a ida paga o percurso inteiro: calcule sempre a viagem redonda.

O mesmo vale para a espera: o tempo na doca do cliente é salário real do motorista que não aparece nos quilômetros.

Dez categorias

Equipamento (caminhão próprio: valor e vida útil; arrendado: parcela vezes meses). Material/energia (diesel: litros abastecidos divididos pelas viagens). Mão de obra (salário e diárias do motorista divididos pelas viagens, com espera). Consumíveis (pneus pela quilometragem, óleo). Serviços externos (agregados). Perdas (avarias). Retrabalho (entrega errada, reentrega). Embalagem (stretch, cintas). Frete (pedágios, balsas). Custos indiretos (pátio, tráfego, seguro, licenciamento).

Evidências que já existem

  • Diário de bordo, tacógrafo, rastreador
  • Notas de combustível
  • Ordens de oficina
  • Registros de avarias e reentregas

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Agora que leu, a forma mais rápida de ver os seus próprios números é escrevê-los. Sem conta e sem guardar nada.

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E se ao ler percebeu que já o fez: deixe-o aqui, e ao próximo poupa o caminho que já percorreu.

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